SAFIRA: A SUBMISSA VIRGEM DOS TRÊS MAFIOSOS BILIONÁRIOS
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Ela tentou fugir do próprio destino, mas acabou com sangue nas mãos. Sem dinheiro para pagar pela vida de um homem morto, Safira terá que entregar a única coisa que jurou nunca ceder: sua virgindade para três mafiosos.
Safira passou quatro anos trancada nos bastidores do Chateaux Lounge, servindo bebidas e contando os dias para o seu aniversário de dezoito anos — o momento exato em que seria leilada como mercadoria para pagar uma dívida que nunca foi sua.
Determinada a ser dona da própria vida, ela aproveita o caos de uma noite para pular a janela do bordel e fugir para a escuridão da Zona Sul. Mas a liberdade dura pouco. Encurralada nos becos da cidade, Safira presencia uma agressão brutal e, em um ato impensado de sobrevivência, desce uma barra de ferro no crânio de um homem, matando-o na hora.
O problema? O homem executado era um homem importante, e quem assistiu a tudo das sombras foram os três sócios bilionários da Vanguard Group — a Holding que comanda a lavagem de dinheiro e o crime organizado na cidade.
Hector, Maxwell e Conrad Campos Salles.
Três homens perigosos, frios e obcecados pelo controle. Para não ser descartada no asfalto como testemunha ou entregue à polícia por assassinato, Safira é resgatada e levada para uma mansão blindada. Lá, ela descobre que a impunidade tem um preço alto.
Assustada, ferida e sem ter para onde correr, a garota loira de olhos verdes é forçada a assinar um Contrato de Submissão. Por um ano, ela ficará sob a proteção e a posse exclusiva do trio. E assim que o prazo terminar, os três cobrarão a dívida da forma mais carnal possível: a entrega absoluta da sua virgindade.
Três mestres. Um contrato de submissão. E uma garota disposta a tudo para sobreviver ao desejo daqueles que agora mandam em seu corpo.
Unfold
POV / SAFIRA
A água estava mais fria do que a pele.
O corpo inteiro arrepiou. Maxwell puxou para o peito, os pés achando o fundo raso, e eu enrolei as pernas na cintura dele por reflexo. A piscina nos pegou até o peito. A luz de baixo fazia a água parecer líquida, íntima, um quarto sem parede.
— Frio? — ele perguntou,……
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